A filosofia judaica vai dizer que estreito é o caminho do Paraíso e é bem verdade Floripa Floripa seria o paraíso? Ente o Rio tigre e Eufrates? Que se perdeu na pangeia e entre o fim da terra e começou do deu céu o que dirá os montes da terra nada.

O cambirela aponta pro futuro Ilha que me fez viver, uma cigana, um dia, leu minha sorte me dizendo: Que eu seria feliz e é bem verdade. Floripa é gaúcha é do Pará, Recife, tem um belos anjos do Recife de Marte, da São Paulo, da Venezuela de todo o mundo, das estrelas de Jurerê dos ingleses, de quem, perdeu tudo, de quem não como nada com agrotóxico.

Floripa a minha amada, Floripa, eu moro no lugar onde você, sonha, um dia passar as férias as férias. Ilha de lindos frambonhant do surf. Guga o nosso rei; o melhor jogador do Avaí, a Ilha é, Top, que é continental.

Ilha do morro do moca, ao morro da Cruz da figueira, minha paixão, o time da camisa, mais linda do mundo do poeta Cruz e Souza da cronista maria da Ilha, a primeira mulher política do Brasil.

Professora mulher de valor Antonieta de Barros, negra igual eu Vicente tem, alma não tem cor por isto todos somos iguais. A todos são bem vindos, os que amam, o amor humano, não só de homem e mulher.

Amor de gente sem preconceito, a beira mar, mais elegante do mundo do peregrino grandíssimo da Polícia. Eficaz da recuperação da química, o esporte da vida, a natureza das lindas praias da velha senhora, elegante viúva do comendador a Ponte Hercílio Luz do poeta do oz de Oliveira que nasceu por que Floripa permitiu. Floripa que te amo,  que te quero, feliz aniversário,  terra de esperança.

Por Oz de Oliveira