O episódio aconteceu na noite de 14 de setembro de 2019, no centro da cidade, quando, segundo denúncia do Ministério Público, o réu realizava manobra perigosa, popularmente conhecida como “cavalo de pau”. O réu foi perseguido por uma viatura e desobedeceu à ordem de parada. Momentos depois, o acusado foi abordado pelos policiais, que constataram que ele estava sob influência de álcool, conforme atesta o exame de corpo de delito que consta nos autos.

Durante o procedimento de abordagem, sempre segundo o MP, o réu passou a desobedecer à ordem legal de permanecer em posição de revista e passou a proferir palavrões. Durante a revista, desferiu socos e chutes contra os agentes públicos.

O MP argumenta que o réu, ao desferir um soco no policial militar e fazê-lo cair ao solo inconsciente, manifestou a intenção de matar ou assumiu o risco de produzir o resultado morte. Com o policial no chão, o réu ainda deflagrou violento chute contra a cabeça da vítima, fato que lhe causou várias lesões corporais. O réu, que já estava preso desde a data do episódio, seguirá detido, mesmo com o direito de recorrer ao Tribunal de Justiça.