Oz de Oliveira Colunista de Coluna das Crônicas

1 Naqueles dias a terra mastigava sua gente assim como quem come pão, Avia muita morte na face da terra
2 A morte perseguia seus príncipes dos jovens aos velhos netos e avós
3 Não avia que pudece parar a sede da peste que veio lá do Oriente como um dragão vermelho eu via :
4 Ai, disse o Anjo que me opeservava a beira do Ribeiro de onde eu tinha passado a noite !
5 O dia já se ia amanhecendo de quando chegou até a mim um mensageiro vindo de Brasília o mesmo veio em busca de uma cura pois o rei da terra do Brasil já estava de cama a cinco dias
6 O povo não estava nem aí no fim das contas eles queriam mesmo era que o futebol voltace
7 Foi ai que a presença do altíssimo veio até a minha presença
8 E me disse filho do homem oque tu o ve ? Á por acaso salvação para está terra
9 Disse lhe eu não sei senhor tu é quem sabes
10 Disse me estão, filho do homem vai e diga a estes viventes da terra do Brasil diga que tudo isto vai passar
11 Fui e fiz confirme o senhor me avia dito ninguém me deu ouvido
12 Es que vi na banda do Oriente uma nuvem de gafanhotos que viam direção a Brasília
13 Novamente o senhor se voutol para mim e me perguntou e agora filho do homem a vida voltará ao normal
14 Disse lhe então tu es Deus se tu quiser tudo voltará ao normal
15 Foi ai em que olhei e vi flores nos jardins criação brincado namorados nas praças pipocas e pombos sonhos e nuvens brancas
16 Como sou curioso eu perguntei e o rei do Brasil ele vai se curar
17 Deus me disse eu sou Deus não sou médico!