Isabela Toledo Colunista da Coluna de Educação

Essa semana estava procurando alguns vídeos no Youtube, tutoriais sobre um aplicativo, e quando comecei a assistir um deles, ouvi a seguinte expressão: “…criatividade não, confiança criativa!”

Achei bem interessante porque não me lembrei de ter ouvido essa expressão antes ou, pelo menos, nunca me chamou a atenção. Mas como agora a criatividade é uma das habilidades mais almejadas pelas pessoas, eu me interessei rapidamente em saber mais sobre isso.

Pesquisando um pouco pela internet, descobri um super livro (já entrou para minha lista de leituras) com esse título: “Confiança Criativa”.

E ao saber quem eram os autores, ganhou mais credibilidade para mim. Ele foi escrito pelos irmãos Tom e David Kelley, fundadores da IDEO.

A ideia central é de que as pessoas devem acreditar em suas ideias, coloca-las no papel, prototipá-las, testá-las, investir no seu potencial criativo.

A criatividade não é um dom especial recebido por alguns. Pode ser treinada e desenvolvida. Essa ideia não é novidade para mim e inclusive eu acredito muito nisso!

Quando pequenas, as crianças tem mais liberdade de se expressar e criar mas, à medida que vão crescendo, vão também criando cada vez menos e copiando cada vez mais.

Acredito que por esse motivo os adultos criativos se destaquem tanto! Eles são poucos! Porém, no mundo de hoje a timidez não é tão bem-vinda… Para se destacar e ter sucesso na conexão com as pessoas é preciso ousar e ser criativo.

Insisto para que as escolas ensinem a criatividade, influenciem o mindset dos estudantes e usem metodologias que favorecem o processo de inovação, como Design Thinking e metodologias ativas.

Já passou da hora de dar voz e participação aos alunos para formar pessoas melhores que melhoram o mundo.