A decisão foi tomada, por maioria, durante a 13ª Sessão Ordinária de 2020. Ao analisarem o Processo Administrativo Disciplinar nº 1.00982/2019-48, os conselheiros entenderam que as mensagens do procurador configuraram falta funcional de quebra de decoro.

Entre 9 de janeiro e 3 de fevereiro de 2019, o membro do Ministério Público Federal realizou quatorze postagens relacionadas ao pleito para a presidência do Senado. Nelas, Dallagnol defendeu a realização de eleições abertas e afirmou que o senador tinha contra si várias investigações por lavagem de dinheiro e corrupção.