O MASSACRE EM PARIS
Homens, Mulheres e Crianças, se manifestam em famíla, desarmados nas ruas,
foram mortos a coronhadas pela polícia, e sendo lançados vivos ao Sena. Semanas
seguintes, dezenas de corpos de argelinos foram resgatados. Franceses
muçulmanos da Argélia, fizeram tal manifestação contra a obrigatoriedade de se
recolher, sido impostos esta condição a eles, pelo diretor da polícia de Paris.
17 DE OUTUBRO DE 1970.
GERENTE DO BANCO: – Por que me chamou?
O PORTADOR: – Ela voltou?
GERENTE DO BANCO: – Quem voltou?
O PORTADOR: – Amália!
GERENTE DO BANCO: – E agora?
O PORTADOR: – Chegou a hora de me revelar, e ir para o ano de dois mil e vinte!
O GERENTE DO BANCO: – Bebeu?
O PORTADOR: – É complicado, você entender, afinal, sou o portador. – Disse como
se estivesse se preparando para algo único.
GERENTE DO BANCO: – Eu trouxe a caixa como me pediu.
O PORTADOR: – Fico grato pelo seu esforço em me ajudar!
GERENTE DO BANCO: – Sempre, conte comigo!

Dia era escaldante, diante do sol, O Portador se manifestou. Suas asas brancas,
enormes, se estenderam, e seu ser inteiro se iluminou, os olhos eram brancos como
a luz, e seu nome AMITIEL (Anjo da verdade). Então, voou para longe, passando
pelos tempos atemporais, até entrar na nova Paris. Quando chegou, era visível as
mudanças. Com a caixa na mão, tratou se procurar um lugar humano para
permanecer até encontrar Amália e Daniel.

O ENCONTRO, 20:00.
AMÁLIA OLIVIER: – Obrigado por aceitar conversar comigo!
DANIEL MULLER: – Eu precisava compreender as coisas que me acontece. –
Puxou a cadeira para que Amália se sentasse.
AMÁLIA OLIVIER: – Dia após dia o eu nome, o seu rosto me chama, conversa
comigo.
DANIEL MULLER: – Como me encontrou?
AMÁLIA OLIVIER: – Pode parecer esquisito, mas no meu último sonho, um anjo
veio e me deu as coordenadas.
DANIEL MULHER: – Sinto que entre nós, existe uma conexão forte!
AMÁLIA OLIVIER: – Sinto o mesmo!

A história está indo por caminhos de certezas, será mesmo?