O nome do foragido constava na difusão vermelha da lista de procurados pela Interpol. O homem, que tem nacionalidade paraguaia, teria participação ativa nas operações de tráfico de drogas, bem como na aquisição de bens móveis e imóveis como também haveria criado empresa para dissimular dinheiro do tráfico de drogas no Paraguai.

O alvo seria ligado a um cartel de drogas no Paraguai e estaria foragido há nove anos da Justiça do Paraguai por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Após o monitoramento do foragido em Balneário Camboriú, houve um trâmite pelas Polícias Civil e Federal junto às autoridades da Justiça brasileira de solicitação de mandado judicial expedido pelo Brasil para fins da captura e busca e apreensão no local, o que foi deferido.

A prisão é fruto da integração entre as polícias e os diversos órgãos envolvidos. Houve apoio também do Centro Integrado de Operações de Fronteira da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (CIOF/SEOPI/MJSP); do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional – DRCI/MJSP; do CCPI – Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal do Rio de Janeiro; do Departamento Contra el Crimen Organizado de la Policía Nacional de Assunção, no Paraguai e do Instituto Geral de Perícias (IGP) de Santa Catarina.

A operação contou com policiais civis da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), da Diretoria de Inteligêcia e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE)