ENTRE O CIÚME E O ÓDIO
AMÁLIA OLIVIER: – Sua namorada? – Assustada com a situação.
DANIEL MULLER: – Sim, mas não se preocupe!
SANDRA LOPES: – Não precisa se incomodar, temos uma relação sem
significados, mesmo!
DANIEL MULLER: – Deixa eu explicar, por favor?
SANDRA LOPES: – Vou amanhã a tarde viajar, não sei se retorno!
DANIEL MULHER: – Você entendeu errado as coisas!
SANDRA LOPES: – Esquece! Continue com a conversa e, bom jantar.
DANIEL MULLER: – Eu te levo para casa!
SANDRA LOPES: – Não! – Gritou.
Sandra saiu do restaurante despedaça. Daniel não tinha como tecer uma explicação
que pudesse ajudá-la a compreender o que estava acontecendo. O jantar se
encerrou-se.
DANIEL MULLER: – Peço desculpas por essa situação!
AMÁLIA OLIVIER: – Tudo bem, não tens culpa de nada, mas se eu fosse você, diria
a verdade. – Com uma das mãos tocou no ombro de Daniel e seguiu seu rumo.
Imediatamente, seguiu para casa, onde a encontrou no quarto chorando. Sentou na
cama, e a chamou baixinho, mas Sandra não quis atender.
DANIEL MULLER: – Temos que ter uma conversa sobre os problemas em que
enfrento, se puder me escutar, estarei na sala.
Então, foi tomar um bom banho, e após, já se encontrava com seus pensamentos,
olhando da janela de seu apartamento, com uma taça de vinho a acompanhar os
momentos de frustração, alegria, e outros sentimentos a existir no ser humano, não
sendo inevitáveis, pois a natureza tem o seu sentido de existência.
SANDRA LOPES: – Ainda não vou te perdoar, mas tenho que te ouvi, então, pode
começar! – Sentando no sofá.
Daniel senta perto dela, mas, ela se afasta dele, por um momento.
DANIEL MULLER: – Lembra dos meus sonhos!
SANDRA LOPES: – Lembro!
DANIEL MULLER: – Era ela!
SANDRA LOPES: – Que? – No rosto, a expressão do absurdo.
DANIEL MULLER: – Procurei e estou ainda em busca de ajuda, de respostas.
SANDRA LOPES: – Nada faz sentido, Daniel!

Para Sandra, é loucura acreditar em coisas do passado!