Contra o peito que me tem dado, as circunstâncias do legado dos romancistas do verdadeiro transata da literatura envolta de um objeto sagrado: Amar, Amar… Inflama-me teu seu, adorável em tempo e satisfação, num destino de ter lampejo de insensatez.
Imagino estar em ti, olhando timidamente, pois tens a transparência de um vidro, mesmo assim, em obscuridade, guardas tão nobre segredo? Algo de bom tem que um dia, vir no final da tempestade, e além do véu da morte, a graça a consumir o “belo”, a trazeres, enfim, a pétala da rosa imutável.
E defesa da alma sua, desejaria de prontidão, regressar no mais longínquo do passado e, enxergar aquela terna visão. Uma janela grande, tão alta, impossível de escalar. Numa carícia, enquanto não vem em si o crepúsculo, tua pele, o canto da luxuosa andorinha, a sobrevoar a amorosidade de toda a sua terra.
Cachos compridos a estarem sob a luz do quarto, outrora inefável, então, sorrias para  teu espelho, penteando na súbita vulnerabilidade dos sentidos a guardar-te o instante. Minha voz chama, porém, não existem evidências de que tenhas me ouvido. Apenas, um momento de andar sobre as águas tortuosas da desesperança.
Encontro aos meus pés, a pedra a qual me alegraria. Jogo contra a parte, onde posso fazer barulho, e espero centelhas de amor, surgirem, antes de dar a meia volta, em volta na tristeza humana incondicional, percebendo as custas minhas que, eu te perderia no profundo esquecimento, enquanto o meu coração dança.
Contudo, sou agradecido, pelo fato de ter sonhado. Apareces portando o silêncio, desta forma, o interlúdio conquista a admiração do poeta quase enlutado. Palavras sondadas pela noite ininterrupta, afastando qualquer vestígios de ir embora. Ah, expressão pouco mediana! Lembranças das cerejeiras em versos e prosas.
Plasmas o interior seu, uma vez nas pausas da simetria, convencendo a estares comigo, antes que tudo desapareça. Fluidamente ao encanto com que tens chorado. Os lábios são como vento, vem e vão…É a imagem começando o seu estado distorcido, até se queimar, virando apenas pó. Pó a qual não se pode voltar a sua origem, mesmo desejando novamente, o segundo viver contigo.