Oz de Oliveira Colunista de Coluna das Crônicas

Cumpri o meu dever atravessei um então por meio de um monte de gente o povo Guarany os papuias. O povo em geral mais consegui agora; eu tenho mais um carimbo no meu titulo de eleitor. As flores estão morrendo e isto é sua culpa é minha culpa, nossa o povo, que não sabe votar.

Eles não estão nem aí a minha espada erguida para guerra com toda fúria que ele impera porém, ela tão doce com meu, eu mesmo sim, sou egoísta de mim mesmo tenho medo de me trair pois meu conceito de Deus me afastou do homem da igreja e me faz ver apenas a unidade longe da maldade e assim vamos nos em plena pandemia mundial.

Estamos abstinente de abraço tudo está de penas para o ar neste novo mundo muitos estão perdendo a esperança a esperança é uma fila assim, eu vejo e as vezes cansa ter esperança na minha pequena ilha de frente com o atlântico me sinto, só mesmo sendo eu o rei dos carijos é pena que o povo em geral não sabe.

Por estes dias entrei em luta com o príncipe do Nepal tudo por besteira nem eu nem ele está certo porém este atrito nós fez mais forte ninguém reina sozinho, precisamos uns dos outros assim como as letras se unem pra formar palavras pessoas juntas firmam filas estou nesta longa fila da esperança a anos todo meu esforça no fim do dia me rende milímetros de pregresso.

Mais isto é bom parado é que não posso ficar hoje foi um dia politico onde a elite se elegeu uma luta dentro de mim se faz todo o tempo não tenho tempo pra perder tomara que está fila da esperança nós leve a dias melhores onde podemos vencer o medo a doença o o mau caratismo daquele que mente tentando furar a fila.