Oh doce mulher que,
Tens o sorriso mais brilhante,
Do que as faces da lua,
Quando ela está em seu apogeu.

E num ser romântico como o meu,
No qual vem em sua loucura incorrigível,
Surfar nos teus olhos encantados,
Por não ter a mínima razão.

Nesse âmago do coração,
Vem a intimidade sublime,
Perpetuar as vezes a escuridão,
De um futuro tempo previsto.

E os lábios da redenção,
Desvendando o conhecido,
Encarando de vez o abismo,
Para te resgatar do anjo reprimido.

Meu terno beijo infinito,
Tenho me convencido que,
Você nunca foi nada para mim
Sendo um sentimento nas sombras.

Não precisa de resposta,
Ao derramar pelo caminho,
Vinhos e rosas com espinhos,
Numa conveniente forma de adorar.

Desconfortável por tudo,
Parece um disfarce a necessidade,
Suprema da legitimidade,
Inconsciente da inconsistência a insanidade.

Assim, através de você,
O termo do diário a bordo,
Navegação tão envolvida,
Das multas partidas sem voltas.

E como essa sinergia,
Condiciona o estar, e não se encontrar,
Presentes de tal maneira,
Que muda completamente a filosofia.