A FESTA E O NOIVADO

De repente, de vestido vermelho, a doce Ayelén se mostra feliz por estar no aqui e no agora. Aproxima-se dos irmãos.

Ayelén Florencia: – Eu me atrasei, desculpe! Dando um beijo em seu namorado.

Matias German: – Não! Você está linda.

Aylén: Quem é ele, seu amigo? Olhando para o irmão de Juan.

Matias German: Meu irmão!

Juan Pablo: – Muito prazer, eu sou Juan Pablo! Beijando a mão de Aylén.

Ayelén: O prazer, de fato, foi todo meu. Disse ao fazer a reverência de boa educação.

Houve o toque do chamado para as palavras do Pai de Juan e Matias, sempre é de bom tom bater devagar na taça em que se está bebendo, a fim de ter atenção do público. 

Fernando: – Eu e minha esposa, agradecemos a todos pelo empenho de comparecer a Festa Anual dos Rodrigues, em que celebramos o amor de r de Nicolás e Eugenia Rodrigues, tataravós de nossos filhos. 

A esposa e mãe, Elisabeta, sempre contava as histórias sobre a linhagem, a cidade aos seus meninos antes de dormirem em seu colo. 

Fernando: – Algumas palavras, querida? Olhando com carinho para ela.

Elisabeta Constancio Rodrigues: – Não querido, talvez nossos filhos queiram! Tocando no rosto do marido.

Fernando: Juan? Matias?

Matias German: – Sim, eu gostaria. 

Matias German tomou a mão de Ayelèn e então, fez o pedido.

Matias German: – Ayelén, você quer ser minha noiva?

Ayelén: – Eternamente? A palavra soou como um vento que parecia adentrar o salão do casarão. 

Um breve silêncio se fez, e parecia ser intenso os calafrios em todos os convidados. Aos poucos…cessou.

Ayelén: Aceito!

Seus olhos, por um segundo, fitaram os de Juan Pablo.

Algo tão esquisito está acontecendo, ou irá acontecer?