Apresento-me em mim,

Sendo quem realmente sou!

Às vezes diferente,

Conforme o dia e o esplendor.

Lembrar-me-ei do céu,

O mar e o que ele contém,

Pois numa escrita,

Traço na medida,

Os versos que ninguém tem.

Há os compreensíveis,

Também os incompreendidos,

Mas, o tempo é generoso,

Quando o amor não é vencido.

Amo cada personalidade

Vinda de uma súbita inspiração,

Do coração que não fingi,

E da alma que me abraça.

Percebo o encanto,

Também as muitas dores,

De um ser pelo qual,

Sente e costuma viver!

Vivendo e aprendendo,

De forma bela e intensa,

Todas as coisas a qual,

Venho deixando entrar

Na minha existência.

 Percorro as montanhas,

A pulsar sem medidas,

E em minha retina,

As cores do universo.

Não me comparo a nenhum poeta,

Do passado e nem mesmo do presente,

Pois tenho minhas próprias essências,

Contudo, por eles, fui tendo razões,

Para adentrar neste mundo poético!

Chegarei ao ponto já espero,

Em que a musa morte virá,

E isso é inevitável!

Só não quero cair no esquecimento…

Pelo fato dos poemas não merecerem,

Assim, confesso! A memória não se perderá.