Oz de Oliveira Colunista de Coluna das Crônicas

A mente pensa onde pisa os pés …é claro que a dona Helena da Bragança e Silva esposa do comendador Bragança e Silva não faz a mínima ideia de que é fome e por que aqueles outros dormem a margem da beira mar

…Ela talvez pensa como não orna com as linhas dos majestosos prédios da beira mar norte, ela que sempre recebeu nobres visitas nunca viu a fome sentada na mesa boy outro lado na casa de outra família Silva desbragantinada se fazem tão próximos da fome porém, eles não tem mesa e talvez tenham ainda uma fome ainda maior.

A fome de esperança 350 anos de escravidão no Brasil! nós dá a falsa ideia de observar um negro com um olhar de negretude de ver crianças nos faróis e apenas fechar os vidros de fechar os olhos para está falta de esperança ninguém é filho de ninguém.

Somos uma nação de quase 5 milhões de negros estraditados do velho continente Áfricano um banso eterno separado por um indico com correntes de sangue a nossa sociedade é toda errada falta escola saúde, família esperança e a rua é só um caminho está que era para ser sociedade se torna “povo” um povo que trabalha nas fábricas, nós hospitais, nas capitais, na guerra que gera a fome são pais e mães e um monte de filho que são impedidos de sonhar.

O homem não é nada sem o conhecimento como já dizia Sócrates uma vida não analisada não é diquina de ser vivida tem um monte de coisa que eu não sei; tenho medo que meu filho saiba que. Quando a gente sabe mesmo, a gente se torna gente igual a todo o resto da gente, aquela gente que mora lá em cima é gente mais não é gente, como a gente, será que eles não sabem que as vezes a gente, sente medo de não ter pão a mesa!