Quem me diz,

Que eu te procuro,

Mesmo sem ter,

A luz no escuro.

Como posso viver!

Vivendo em noites…

Cuja paz me é tomada,

Sem o meu consentimento.

Transforma-me assim:

Tocando em meu rosto.

Nada posso ser sem ti,

Vais até outro sonho.

Numa nuvem vens me banhar!

E na condição de um amor,

Que não é tão sensato,

Tomas o meu lugar.

Para não mais trazer,

A vibração do coração.

E sabiamente tens,

A urgência de me deixar.

Entretanto, é a tua simpatia,

O meu abismo insistente.

Pois quanto mais vens a mente,

Tenho a certeza de que mentes.