Oz de Oliveira Colunista de Coluna das Crônicas

“O homem escreve a sua própria história não como ele, quer, apenas escreve a sua história “
Muitas palavras novas ouviremos na midia ou na grande mídia como estado de sitio ,estado confederado plenário judiciário, medidas paliativas. Leis ordinárias talvez o povo esteja interessado de alguma coisa, nem tudo esta grande mudança chama-se progresso ou regresso ao pior que a humanidade poderia criar, tipo a guerra as leis e por fim a dor …


Estou no sul da América do Sul no trópico em uma manhã ensolarada olho pela minha janela enquanto tomo café a tv. Fala em pandemia do governo opressor e tudo que nos falta o novo já era plano muito antigo nesta guerra, o povo sem acesso aos alimentos básicos fogem para as montanhas como coletores está tal lei marcial só não interompe nossa dor e o povo mais uma, vez é enganado no valor do voto ou na espada. Nestes dias a esperança é um rio que secou já não sei onde vamos chegar antes de terminar meu café ainda pergunto a opinião de Deus …. Um grande silêncio se faz.

Espero que aconteça alguma coisa como um relâmpago que surge no céu azul, No coletivo, vejo pessoa tristes nas idas e vindas de suas labutas como um quadro triste de Tarcila do Amaral seus ais se multiplicam. Olho tudo isso e penso como está difícil conseguir um pedaço de pão eis aí o futuro repetindo o passado e a burguesia nossa gente esbanjando do nas vitrines nada é justo já não se pode mais esconder o urbano.