Oz de Oliveira Colunista de Coluna das Crônicas

Agora é noite na nossa existência e a gente não sabe para onde correr, tenho medo de olhar para traz meus pés cansados nada tem para contar, tenho medo de muitas coisas tolices da minha cabeça talvez, coisas essas que nem conheço gosto de ficar sozinho de ler os mesmos livros que um dia já tivera eu lido. O povo caminha uns vem outros vão, e eu, as vezes não sei para onde caminhar, sei que minha morada não é aqui, sei que tudo que procuro está dentro de mim, as vezes me destraio com uma notícia, com uma poesia, e como está difícil de encontrar boas poesia tem noites que perco o sono. Viro o quarda-roupas procurando não sei o que levanto, o colchão procuro entre os bolsos e nada encontro me ponho a escrever e é tão confuso escrever, neste tempo a um guerra lá fora só não vê quem não quer. Faz tempo que a vida está monótona os alunos já não aprender mais nada a professora se pega olhando pro espelho apaixonada, os pensadores pensão que bom seria se a guerra não fosse assim tão desleal na minha mente eu tenho mil canhões armados e apontados para mim mesmo. Hoje eu resolvi dormir até mais tarde mesmo sabendo que o futuro do universo está nas minhas mãos, estou pedindo um pouco de atenção de meus inimigos nossa guerra não tem sentido a um inimigo muito maior lá fora e tá doido para nós fazer em geleia eu, tu, eles todos carne da minha carne eu quero dizer que não … tu está apaixonada !
nós estamos todos em uma grande confusão …nós no entanto não sabemos o que faremos ?
uma coisa é certa nós.. caminhamos este é o livro da noite tomara que amanhã quando está capítulo terminará seja uma nova história um pouco menos dolorida.