Busco-te com meus olhos, Em tempos tão nublados, Inventando muitas razões, Para não esquecer quem és.

A luz sagrada que atinge, O meu corpo durante a noite. Não consegue fugi, Do teu poder que me inflama.

Quão adorável são as tuas vestes, Encobrindo-me como um vento. Não sou ninguém diante de ti, Nem posso conhecer seus pensamentos. Fechar-me-ei dentro do meu templo, Esquivando-me de amar-te mais.

Mas apareces com a forma de um espectro,Simbolizando o beijo que me dás.