Derreto-me ao ver o teu rosto tão sereno, capaz de me deixar invisível, enquanto seus olhos refletem a máxima das poesias.

Poesias cuja luz nunca se apaga, mesmo em noites em que não estou aberto para a sensibilidade. O que mais me impressiona, é esse teu poder de seduzir cada vez mais a minha doce alma. Alma insegura, por isso, há tanta inspiração. Contendo-me às vezes com apenas o teu perfume.

Serás minha escritura, mesmo meu corpo envelhecendo? Ao que tudo indica jamais teus cabelos irão embranquecer, pois não tens corpo, mais tomas formas à medida que vou te escutando com a voz interna. Escrevo em mim, coisas vindas de um silêncio transformador, no qual, engrandece meus versos, para termos um futuro promissor. Quem somos nós, afinal de contas? O que podemos revelar?

É por sonhos e rabiscos, que registramos nossos anseios e medos. Cabe-nos amarmos enlouquecidos, já nesses treze anos de glórias e vontade de estarmos em definitivo no paraíso merecido. Ou será que não? Consolo-me pouco a pouco, em saber, das virtuosas constelações a trazer verdadeiras lamparinas aos nossos juízos, por sermos tão jovens. Eu ainda me convenço do tempo a nos dizer o quanto podemos ser felizes.

E por falar de felicidade, Carlos Drummond de Andrade convida a autenticidade da felicidade, nos levando a pensar nela sem motivo. Precisam-se ter motivações para alcançar o almejado, não. Felicidade é a liberdade de expressão e nela a beleza em ser quem realmente somos sem ter que forjarmos outra criatura.

Issome conduz até a arte independente: a escrita. Ela não é um jogo de palavras, mas a linguagem.

A construção de nossa vida se dá pelo simples fato de não brigarmos. As brigas são questionamentos interruptos, dos quais, trazem crescimento espiritual e mental, fluindo em nós os debates contínuos de tudo o que queremos falar. Pensamos… Nossos pensamentos não são fúteis, por essa razão, nada é inútil, tudo é aproveitável entre nossos universos únicos e que se fundem num só. É poesia desesperada por me mostrar por onde se pode navegar! Contudo, não somos iguais. Em nossos caminhos, existem pedras.

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