Não conto quem foi,

Nem se algo se perdeu.

Só o que se sentiu,

Em datas aparentemente vivas.

Da criação do poema!                                                                              

Vem a alegria ou o horror.

Das horas mal dormidas,

Quando o punhal se encontrou…

Com a alma ensandecida!

E a ela lhe abril por inteira.

Mostrou-se a face umedecida,

Sem dor, sem sorrir noite ligeira.

Mas estava lá dentro de si,

A luz de tantas moradas.

Com lamparinas acesas,

Velando aquilo que a torna sagrada.

Desprovida de tanta vontade!

O que se escondia era…

Absolutamente uma linguagem,

Do momento de se tornar poesia.

Qual poeta não deixa pedaços,

Do seu próprio coração?

Até em silêncio, pode se ouvir,

A voz de todas as inquietações.

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