A SAGA JUAN

Matias tinha a certeza que Juan estava em um quarto a estar atrás do bar. A porta estava trancada, então tratou de abri-la com os pés. Sim, ele estava lá, sem nenhuma fala, só o silêncio.

Juan Pablo: -Isso são modos de entrar?

Matias German: -Não tive outro jeito! Disse sorrindo.

Juan Pablo: -O que você quer de mim? Encontrava impaciente.

Matias German: -Já falamos sobre isso! 

Juan Pablo: -Ah, o papo do medalhão, minha humanidade! Não rola, irmão.

Matias German: -E Ayala, lembre-se dela ou vou ter que te causar dor!

Juan Pablo: -Pode me surrar, se for preciso! Mas, não vai adiantar!

Matias German: -Então, lá vai!

Enquanto Matias batia com violência em Juan, repetidas vezes, fazia se lembrar a qualquer custo dos detalhes de sua amada, da forma como se conheceram, não era o bastante. Por fim, numa última golpeada, revelou o sentimento de Ayala por ele.

Matias German: -Ela te ama, seu idiota, sempre!

Num milésimo de segundos, a sua vida ganha sentido. A humanidade, antes perdida, voltou a partir das palavras do irmão querido, contudo, precisou levar a tempestade para a verdade vir à tona. 

Juan Pablo: -Obrigado! 

Juan estava feliz em poder voltar a ser como era antes.

Matias German: -Ayala está presa com Ian! Temos que ajudá-la!

Juan Pablo: -Qual a finalidade de regressar a Lobos, e desejar tanto o medalhão que Ayelén usava?

Matias German: -Não sei, mas se sabe de alguma coisa, a hora de contar é agora.

Juan Pablo: -Nunca tirava o colar. Uma vez, Ayelén me disse a respeito!

Matias German: -E o que ela disse?

Juan Pablo: -A essência estava nesse medalhão.

Matias German: -Essência?

Juan Pablo: -O sangue de um original!

Matias German: -Ian!

Juan Pablo: -Tenho algo para confessar! 

Sua voz se encontrava preocupante.

Um mistério se desenha, e pode desencadear ações das quais não são boas.

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