Observo meus sentimentos que todos os dias me impulsionam a desejar amar. Não perco a esperança de olhar para frente, e poder visualizar o melhor do ser humano. Por tanta falta de gentileza, costumo perceber nas entrelinhas, o quanto o ego desbanca o fenômeno amor, para inserir, insinuar, todos os pensamentos bons da humanidade. E esquecem do rosto terno…

Estou aprendendo um pouco sobre mediação, em um curso. Entro com minhas palavras, querendo, pedindo, implorando para que não haja em nós um pré-julgamento. Sim, verbos interpretados erroneamente por dizermos coisas sem a prévia da verdade dos fatos. Busco sempre ser correto dentro dos meus limites, sabendo o quanto a imperfeição vem a ser expresso em mim.

Nem sempre temos consciência dos atos, mas quase que constante, a razão está viva e ciente em nossa sociedade. Então, qual é a maneira efetiva para ter uma sensibilidade com o Outro a necessitar de uma acolhida? Usa-se coração, ou os sentidos? Ou sentidos e não os sentimentos? Ou as duas partes? Venho almejar em minha alma, estabelecer a linguagem poética.

Sustento a ideia nesta carta, de trazer a luz, a importância da ação do respeito entre as pessoas, assim como manter o significado profundo da pureza do relacionamento humano. Qual é a sua filosofia de vida? Seus princípios? Refletir faz parte da natureza, por isso, é indispensável a sua prática no cotidiano. Não experimento só dá poesia, mas de qualquer situação.