Enquanto busco me acertar comigo mesmo e as regras do português, não posso deixar de viver um dia após o outro, crescendo como ser humano, no qual usa da alegria do ser poético para observar, ir até a essência e, escrever sobre todos os aspectos inacreditáveis ou não, para na sua finalidade, chegar a plena consciência de como os acontecimentos vão se mostrando no meio do caminho um novo olhar.

Já se colocou no lugar do outro em algum determinado momento? Ajudou os que realmente estão precisando de uma oportunidade sincera de seguir com suas vidas? Eu escutava mais que conversava nesta semana, a respeito dos ensinamentos e princípios dados pelos pais aos filhos, e de que forma isso se reflete mais tarde, quando já somos adultos. A maneira de se levar na alma a voz dos mais velhos.

Voltava para casa, isso já era exatamente às cinco e quarenta da tarde! O rapaz me contava de suas memórias com o seu pai, dialogava sobre irmãos e primos, até chegar no assunto a ser abordado nesta carta. Dizia que se deparou com uma senhora a estar sentada com o celular na mão, e com a visão periférica, pode perceber que o carro desta mulher estava com o pneu furado. Indo para o seu destino, resolveu então retornar para dar amparo.

Isso, soa em minha cabeça e na profundidade do meu interior, a verdade a qual não se deve esconder: “fazer o bem, sem olhar a quem!”. Não é uma questão de obrigatoriedade, e sim a certeza de que o coração anseia realizar a prática dos valores em prol da sociedade, independente de quem quer que seja. A minha fala descrita aqui, não me isenta, em nada, da responsabilidade de ser luz para o outro.