Colunista Célio Roberto Velho

Noite Sangrenta, é baseada em fatos reais de 1689 e alguns anos depois, nos primeiros anos da história do povoado da ilha de Santa Catarina atual Florianópolis.

No ano de 1689 um povoado com 900 habitantes, passaram uma das noites mais sangrenta da história. Os moradores do povoado nunca mais esquecerá aquela noite, ouve sangue derramado pelas pequenas ruas de chão. Diversas pessoas morreram naquela noite, defendendo o povoado, e deram suas próprias vidas, inclusive o fundador do povoado, também estava entre os mortos.

O povoado ficava bem perto da praia, na ilha do desterro, tempos mas tarde, tornou-se uma Metrópoles com mas de 500 mil habitantes, conhecida nacionalmente e internacional, querida e amada por milhares pessoas que escolhem a cidade para passar a temporada de verão e realizações de eventos durante todo ano.

Estátua de Francisco Dias Velho

A história do povoado da ilha, começou no ano de 1673, quando o capitão-mor Francisco Dias Velho, teve uma ideia de manda um filho descobrir boa Terra na região sul do Brasil.

 O capitão-mor Francisco deu as ordens para um filhos, saí de são Vicente, e procurar a melhor terra do sul, para começar uma Nova história e construção de um povoado. Por mais belas entre as terras do sul, o filho do capitão-mor, encontrou uma ilha cercada por mar, uma beleza sem par.

A terra no meio do mar, era um deserto escondida pela mata, mas foi justamente essa beleza que chamou a atenção, filho do capitão-mor Francisco Dias Velho, uma beleza nunca vista, no meio do oceano azul no sul do Brasil.

Naquela época a terra pertencia a coroa. A ilha chamou atenção, do capitão-mor, por sua beleza natural, um pequeno pedaço de terra, no meio do mar.

 O Capitão-mor Francisco Dias Velho depois de dois anos de ter descoberto a ilha na região sul do Brasil, resolveu vim viver com sua família e outras pessoas, Juntamente com eles veio 500 índios, para ajuda, o povoamento da ilha. O capitão-mor Francisco Dias Velho, saiu de São Paulo no ano de 1675, com destino e com ordem da coroa, para começar o povoamento da terra no sul do país. A embarcação do capitão Francisco Dias Velho, chegou na ilha no dia de Santa Catarina. A embarcação ficou alguns metros perto da terra, de lá todos saíram utilizando uma pequena embarcação conhecida nos dias de hoje como canoa. Francisco e sua esposa saíram do barco, e colocaram os pés terra pela primeira vez num pequeno Local com algumas pedras,  no dia de hoje o local não Existe mais, apenas foi colocado, no ali uma pequena pedra símbolizando, a pedra  onde o fundado do povoado, teria colocado os pés pela primeira vez na ilha.

A ilha já teve alguns nome desde sua descoberta em 1673, entre eles, desterro, hoje chamada de Florianópolis, a capital de Santa Catarina. A história da ilha na época dos primeiros habilitantes, traz diversos momentos; entre eles, está a Noite Sangrenta. Quando o Capitão Francisco Dias Velho, foi surpreendido por um navio pirada chegando bem em frente ao povoado, com 900 habitantes.

Francisco Dias Velho, desde quando chegou na ilha, sempre teve um carrinho muito especial pela terra, cuidado e zelando pela segurança do povoado e da terra. No ano de 1686 um navio de piradas chegaram sem ninguém ver no lado norte da ilha, e começaram a desembarcar  uma grande carga de prata, no local hoje é o balneário de Canasvieiras. Francisco Dias Velho, sobre, foi até o local com alguns homens forte, e colocaram os piradas para correr, dez piradas escaparam e voltaram para o navio pirada, e empreenderam fuga. Uma boa parte da carga de prata foi deixando na área da praia. Os homens de Francisco, conseguiram prende alguns piradas que ficaram em terra. Dias depois a prata foi levada para São Paulo, juntamente com os prisioneiros piradas. Um ano mas tarde, o navio de pirada, voltou a ilha com alguns homens. O navio pirada parou na praia de Rita Maria (hoje é aonde está o terminal Rita Maria no centro de Florianópolis), entre a praia de fora (hoje é a Beira mar norte). Naquele dia Francisco e os homens fortes, pegaram  as armas e foram ao encontro do navio e colocaram o navio pirada para correr. A tranquilidade parece que tinha voltado novamente para o povoado da ilha naquele dia, que ficou marcado para sempre na mente dos habitantes.

Depois  daquele dia cansativo, todos os homens foram descansar cada um em sua casa, em uma certa hora da noite, quando todos já se encontravam dormindo tranquilamente. O povoado foi surpreendido por um ataque surpresa dos piratas. Ouve um corre e correr muitas mulheres e crianças, conseguiram se escondendo entre a mata. Algumas casas foram queimadas pelo piradas. Francisco Dias Velho estava em sua residência descansando tranquilamente, quanto percebeu alguma coisa errada no povoado.

Mas já era tarde demais, alguns dos homens pirada já tiram cercado sua morada, quando a porta foi arrombada, Francisco, pegou sua arma, para defende sua família, já era muito tarde.

Os piradas o prenderam, amarando suas mãos. E perguntavam todo o tempo sobre a carga de prata que tinha ficado na área da praia, no ano anterior.

Francisco responder: foram enviadas para o tesouro nacional em São Paulo. Mas os piradas não se conformaram. Para vinga, os piradas violentaram as três filha, dele sexualmente, Francisco assistiu tudo amarado, sem pode fazer nada para defende as três filhas. O sofrimento foi assustador, para um pai, ver sua própria filha sendo violentada por dezenas de homens piradas. Francisco sentiu a dor em sua própria carne, o dor foi bem maior porque, ele não pode defende as três filhas. Naquele noite de terror e sofrimento. Os olhos de Francisco encherá de lágrimas, ao ver o sofrimento de suas próprias filhas. Os piratas ainda não estava contente com todo o sofrimento causando ao fundado e líder do povoado. Chegaram a levá-lo a uma pequena capela, hoje é a catedral de Florianópolis,  e continuará a procura pela prata, em cômodo. Mas nada foi encontrado pelo homens piradas. A única saí que os piratas acharam seria terminar com a vida do líder do povoado. Assim Francisco foi covardemente assassinados com as mãos amarrada. O sangue o líder do povoado  começou a espalha pelo chão. Os piratas faziam todos os tipos de sombraria, com o corpo de Francisco esticado no chão.  Pela manhã, o corpo de Francisco ainda estava esticado no chão, cheio de sangue em volta.

As pessoas que estavam escondido na mata, começará a volta para o povoado ainda com medo de serem mortas pelo homens piratas. Depois daquela noite a povoado não foi mas o mesmo. A Maria esposa de Francisco e outras pessoas, foram até onde o corpo dele ainda estava cercado pelas poça de sangue. E prepararam o enterro para Francisco, humilde e simples, ele foi entendo próximo a capela, (hoje é catedral metropolitana de Florianópolis), hoje ninguém saber o local onde Francisco Dias Velho foi enterrado, as construções tomara conta do local, e túmulo de Francisco foi destruído.

Depois daquele noite sangrenta, a vida da esposa de Francisco não foi mas a mesma, ela chorava dias após dia, noite após noite pela forma que seu esposo foi morto. O sofrimento dela foi profundo que chegou a tocar na carne e na alma. Chegou em um certo ponto que ela não queria mas viver na ilha, todos foram obrigados, ir em bora do povoado da ilha. Em uma certa noite, a esposa de Francisco, juntamente com os filhos e filhas e outras pessoas mais próxima, foram em bora para nunca mais voltar.

De noite eles colocam as coisas em Canoas e atravessaram para o outro lado da ilha, mais o corpo de Francisco Dias Velho, ficou enterrado na ilha. Pois ele gostava de viver na terra. Esse foi o motivo para a esposa, dele não leva junto o corpo de Francisco. Mesmo no outro lado da ilha, ela ainda chorava, a dor da perda e a morte de Francisco. Ela seus filhos e filhas, não voltaram para São Paulo, ficaram morando bem longe e distante dos piradas assassinos. Mesmo distante durante todo sua vida terrena ela não conseguiu supera e esquece todo o sofrimento causando pela morte de Francisco, quando foi morto covardemente por assassinos piratas. 

Maria Pires Fernandes, a esposa de Francisco Dias Velho, em quanto cuidava de sua família depois de te deixando a ilha, sempre lembrou as cenas que viu, seu querido esposo se assassinado por piratas, diante da dor, da morte de Francisco tenha causado, ela não queria se lembrada eternamente, e  nem quantos anos de vida, ela tinha vivido, após a morte de Francisco.

Maria viveu  o resto da sua vida em uma região do estado de Santa Catarina nos dias atuais. O que mas chama atenção foi justamente o sofrimento que ela passou, que nem queria lembra da ilha, em toda sua vida que viveu sem Francisco. Maria sempre falava para sua família, quando ficou em avançada idade, que não queria, se descoberta por futuros moradores da ilha, hoje atual Florianópolis. 

Agora voltando para Francisco, os moradores da ilha, que tinham o Capitão-mor como seu líder, não suportaram a dor causada pelos piratas, que ficaram vivendo na terra, e constituiram um tipo de liderança local sem conhecimento da Coroa. Diversos moradores da ilha foram embora após a família do fundado deixa o povoado. Não se saber uma data certa do dia, mês e ano, quando a Maria esposa de Francisco deixou a Ilha, por medo de serem assassinados por piratas. Maria fez o certo, preservar o sobrenome de Francisco e sua descendência. Quem saber se ela e seus filhos e filhas estivessem ficado morando na ilha, hoje não, teria descendência para lembra o nome do Fundado de ilha de Santa Catarina.

Nos últimos dias de sua vida, Maria pediu para sua família. Dizendo: Quando eu morrer, vocês não fazem o registro do dia da minha morte, por que se não acabaram descobrindo, quantos anos tenho vívido, acabaram  descobrindo onde foi enterrada. Eu não quero mas voltar para lá, algum pode querer levar o meu corpo de volta, mais eu não quero, depois de todo o sofrimento quero descansar aqui para sempre.

Aquela Noite Sangrenta, de 1689 nunca mais foi esquecida na memória de Maria, esse foi um dos motivos, para ela pediu para sua família não revelar, quantos anos viveu e nem a data de sua morte, e nem o local onde está seu túmulo com seu corpo. Para sua família Maria pediu para eles nunca mas voltar mora na ilha. Aqueles que viveram com ela, nunca mais voltaram por os pés da ilha novamente. O pedido de Maria foi aceito por um longo tempos após sua morte. Para alguns netos e bisnetos e sua descendência, o pedido dela é ainda o mesmo, para não revelar aonde está seu corpo mesmo depois de muito anos.

“A história não acaba aqui, mas vamos para por aqui, e continuaremos em outra oportunidade.”