O ROMANCEIRO DE MARK E GARCIA

É muito que se pode pensar,

A metade de quem realmente são.

A verdade que no coração do mistério está,

Como opostos imperfeitos à beira-mar!

Os olhos penetraram suas carnes,

Fizeram deles, a relação mais que provável,

Na parceria de caminhos tão coerentes,

Cuja a vida joga-se nos braços dos inocentes.

Não há lógica a explicar seus beijos!

Muito menos a sensação da meia-noite,

Imposta por suas maneiras de ser e querer,

Pôr sobre si mesmos, o toque a qual os anjos,

Permitiram-lhes para sempre terem.

Quando suas almas chamaram-lhes de amantes,

E os ofícios propuseram a dança cerimonial?

A honra de ser a libélula pela eternidade,

É tão somente dela, quanto dele,

A proteção impreterível da amada!

Então, a Agente diz ao Consultor:

-Aquele que é só lógica, cala-se!

Num gesto simples de consumi-la pelo beijo,

Martinez, vem a erguê-la no ar,

E tão somente depois,

Já com os pés no chão.

Garcia, ouvi daquele a qual tomara-lhe,

O dito das breves manhãs:

-Emudeço-me diante das palavras,

Com que tens despertado-me.