Oz de Oliveira Colunista de Coluna das Crônicas

Brechó esperança.
Estou cansado de andar na chuva, perdido como um pardal na noite de não ter nem um amigo pra me dizer: de onde eu vim, ou pra onde iremos?
Estou cansado de ouvir e ver tantas injustiças: eu tenho saudade do tempo em que era feliz … De fato nunca saberei se o espirito do animal desse a terra ou o espírito do homem sobe ao céu! Tenho sorte de envelhecer nesta terra como um xamã. O tempo me roubou minhas palavras, já os meninos desta geração não sei que terão está mesma sorte. Olhando eu vejo tudo é orgulho e egoísmo e nada mais …Lendo eu sempre acabo os meus dias a vida é mesmo curta e o tudo sempre nunca foi o bastante mais as vezes eu perco o sono e me pergunto?

Mais o que sente o homem que aperta o gatilho o botão da bomba “h” !
A terra esta em caus e eu em depresão porque talvez amo demais sinto de mais ou seja. eu sou o homem que escreve os fatos as pandemias, terremotos, maremotos, vulcões, eu tenho dentro de mim um vulcão em plena erupção mais me nego a falar sou um xamã o silêncio é o meu som
Pirulas, fogo noite e nada mais 277 dias de atestado e um enorme vazio com uma pergunta na alma de xamã… Não sei se o espírito do homem desse a terra ou o espírito do animal sobe ao céu? Vaidade, Vaidade tudo é vaidade é como correr atrás do vento por estes dias o velho sabe que já foi menino porem o menino não sabe se vai ser velho