oz de Oliveira
Oz de Oliveira

Quisera senhor que a ganância e maldade do homem parace por tempo… Que as bombas parecem de ser fabricas, os brinquedos paracem de ser comercializado, o remédio pro mal do mundo fosse anunciado, como também a vida em Marte, quem dera senhor, que todos se esquecesem do natal das festas de fim de ano, onde a grande parte das crinças nâo são bem vindas dos abraços e de de paz temporária que as igrejas mostrasem a sombra de Deus …

Quem me dera senhor! desejar um novo tempo sem guerra, sem fronteira ou racismo o de todos seríamos iguais, onde o latim seja entendido pelo grego, o amor e a esperança seja nossso Horizonte ! A muito tempo atrás eu ouvi uma bela canção que dizia sobre o mundo em branca paz… Eu sonhei em dias de luta porem seguido de um tempo de paz… somos o novo, somos o tempo, somos eternos, só por hoje… os gregos antigos Tinhão várias crenças uma delas era em um Deus que era simbolizado por um homem de duas cabeças, uma nova e outra velha, uma que fazia uma deprecão de morte, outra de vida e simbolizava o velho e o novo ano… O que isso tem a ver? Que tudo que viverá até aqui que seja o passado…

E que seja este ano Novo um ano de muitas quebras de barreira que seja aquilo que tiver de ser como deve de ser mais que seja. Nobres reis, ministros livres ou não somos todos iguais, o planeta está a se transformar ousso um grito do oeste do limite do mundo… Me de um tempo ou pense comigo mais por favor, não deixe ninguém pensar, por favor a um milhão de coisas estranhas acontecendo la fora. Os jornais não a publicam nas manchetes, as noticias estão no ar.

Esta la fora a noite de garras de aço nos desafiam a correr mais uma guadra, ou mais um ano, ou mais uma pandemia que as lagrimas seja de alegria …Quem me dera senhor! se eu pudece escrever a minha historia ao inves de viver a minha historia …

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