Noites inconfundíveis sem pertencer,

A uma noção lógica do que vem a ser,

O lapso de reminiscência, no qual, anteriormente,

Nunca como sou…suportaria ter!

 

Um estado tão atemporal,

Que tornou-se deveras,

Um incômodo sem precedentes,

Cuja visão já é-me profética.

 

Esta menina que são dos olhos,

Num olhar quase que instigante,

Insistindo para sempre obter,

Os inquéritos dos quais não poderei…

De jeito algum, por mim…vir a compreender.

 

E como são perfeitos os cabelos que nutrem,

Com a totalidade do espaço que existe,

Neste mundo inteiro e habitado,

Até pelos sentidos que acobertam-se.

 

Descubro a manifestação ilusória,

Diante do que  não é real,

E a impressão a qual sucumbe,

Os segredos de uma alma mortal.

 

Então, a libélula, visivelmente ressurgente,

Juntamente com o significado de renovação!

Alinhado ao seu amplo sorriso, o qual contenta-se,

Todavia, jamais poderá ser a verdade que consente.