Meu mundo muda,
E extravasa a cada minuto…
Com certezas no olhar,
Cuja sombra é a penumbra

De um silêncio poético,
No qual abre as comportas do céu.

Não me canso de viver com arte,
Nem sentir o amor incondicional,
Da minha alma em livro contado,
Cuja sublimidade é uma flor que,
Nasce no campo de mim mesmo.
Fico tão perto da espiritualidade,
Na vastidão de um mar sem fim.

E numa tarde de calor,
Embebeço das montanhas,
Neste lugar tão encantador,
Despertando os sonhos mais profundos,
Libertando o meu senão comum.

Hà alguns razão para tudo isso?
Provavelmente não existe respostas
Apenas a energia da escrita atemporal.
Um dia…não tão distante,
Eu serei a poesia em tese!

Na presença real do Sagrado,
A qual muito me faz desejar
Perseguir os caminhos traçados
Por Ele em sua grandeza.

Então, fugir do que é verdadeiro,
Parece ser um erro pecaminoso.
Uma Mulher revestida do sol,
Tendo a lua debaixo de seus pés,
Toca em minha mão de poeta,
Sorrindo antes da volta do Paraíso.

 

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