Ricardo Oliveira

O oculto causava tensões. Não conseguindo ajudar, pensava no fardo a qual o pobre homem teve que suportar. Algo havia acontecido, pois o Sacerdote Maxwell estava apavorado ao chegar na Basílica, e depressa saiu.

A tensão se infiltrar nos lugares,

Como se espreitando segredos seculares,

Jamais intocados até então,

No meio da verdade oculta.

Correndo para ajudar,

Nada deu para salvar,

Um fardo que nunca se sabe,

O que o homem teve para suportar.

O padre Maxwell chegou no instante,

Vendo já o acontecido,

Seus olhos eram de pavor,

Pediu licença, depressa, saiu.

Minha mente, vinha como turbilhão,

Curiosidade e insatisfação,

Por não conseguir fazer viver,

O jovem a qual meus olhos viram, se despir de si.

O sol não era mais o mesmo,

Havia um pouco de trevas, um nevoeiro,

Surgindo em Israel,

Nesse tempo importuno.

Não negava estar apavorado,

Nem mesmo por um segundo,

O coração se deslocava do peito,

Sem paz, sem tudo!

Fiquei a vagar pela cidade,

Vendo a imagem tão desfigurada,

Alguém que sofre pela loucura,

Desviado pelos demônios da madrugada.

Quando dei por mim,

Estava de frente para a vida,

E nela, não me enxergava mais,

Confrontando com a melancolia.

Enquanto isso,

Reuniram-se a portas fechadas,

A fim de escrever uma carta,

Ao Santíssimo Padre, e nela enfatizavam,

A permissão de fundar a Ordem!

PRÓXIMO POEMA: Uma autorização do Santo Padre de fundar a Ordem, chega, e prestes a tornar-se real. Os doze homens escolhidos para servir, estavam dispostos a serem os cavaleiros.

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